sexta-feira, 1 de julho de 2022

ACHADOS DA SEMANA: Leny Andrade, A-Ha, Brand X, Michael Hurley e Black Uhuru

Leny Andrade
Vi uma versão espetacular da Leny Andrade pra “Flor de Lis” e de imediato fui procurar o disco. Leny Andrade (1984) é pura excelência. Que voz, que personalidade! Fora que tem o baixo pulsante do Luisão Maia. Embaçado.

A-Ha
Inspirado pelo recém documentário e pelos shows que o A-Ha fará pelo Brasil, fui passear pela discografia da banda, tendo em vista que só conhecia o clássico debut. A grande surpresa foi o segundo álbum, Scoundrel Days (1986), onde a produção soa muito bem resolvida, trazendo climas introspectivos, gélidos e, em alguns momentos, meio “progressivos”. É um disco pop bastante anti-pop. Especial.

Brand X
Banda de jazz rock que na sua primeira formação tinha o Phil Collins na bateria. E ele arrebenta no disco Unorthodox Behaviour (1976)! Na real, todos ali esmerilharam. Se virtuosismo for sua praia, é prato cheio.

Michael Hurley
Cantor e compositor que tem sua arte comumente chamada de “outsider folk”. Não sei sobre sua vida ou esquisitices que levaram ele a receber esse rótulo, só que o disco Snockgrass (1980) tem um punhado de canções adoráveis e divertidas. Ótimas canções e interpretações. Em alguns momentos lembra tudo que o Wilco gostaria de produzir hoje em dia. Seus momentos no cultuado álbum Have Moicy! (1976) também são destacáveis. Vale a pesquisa.

Black Uhuru
Fiquei com vontade de ouvir algo produzido/tocado pelo Sly and Robbie Shakespeare. Cheguei no disco Red (1981) do Black Uhuru, grupo que fez bastante sucesso, mas que honestamente nunca tinha parado pra ouvir. É um tipo de reggae mais pop e “organizado”, não fazendo tanto a minha cabeça, embora tenha boas canções. Curioso perceber o quão o Liminha bebeu dessa fonte em suas produções.

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