Sigue Sigue Sputnik
Flaunt It (1986), um disco que já me ganha pela capa. Sonoramente representa o lado mais hard/glam rock 70’s do synthpop/new wave. A produção é criativa e tem ótimas guitarras. Curiosamente, embora datado, envelheceu muito bem.
Soilwork
Natural Born Chaos (2002). Ser “adolescente metaleiro” é consumir as bandas da época. Essa era uma que circulava entre meus amigos. Engraçado reouvir hoje e perceber o quão de plástico é o peso. Tudo ultra comprimido e “limpinho” em suas distorções. Inclusive, só agora vi que a produção é do Devin Townsend. Apesar dos pesares, dentro do death metal melódico é um bom disco.
Devendra Banhart
Confesso que eu tinha certo preconceito com o Devendra Banhart. Associava a uma espécie de “Los Hermanos de americano”. Mas agora, já distante do hype, decidi pegar pra ouvir. Vou te falar que gostei muito do disco Rejoicing In The Hands (2004). É um trabalho minimalista, focado em boas canções, com belos violões e interpretações carismáticas. Grata surpresa. Depois peguei o Cripple Crow (2005) que achei chatíssimo. Decidi parar por aqui. Já foi uma evolução da minha parte.
MPB4
10 Anos Depois (1975). Repertório e arranjos vocais acima de qualquer suspeita. Um disco de música brasileira soberbo e estranhamente pouco comentado.
Jorge Alfredo e Chico Evangelista
Bahia Jamaica (1980). Um dos discos precursores do reggae no Brasil e, ainda hoje, um dos melhores do gênero do país. O resultado é um pop solar, delicioso e divertido, que incorpora brasilidade (e, por sua vez, muito da cultura africana) ao ritmo jamaicano. Muito bem tocado.
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