Pato Fu
Quando criança eu adorava a banda. Pensando nisso, coloquei o Isopor (1999) pra ouvir junto com minha filha (ela já gosta do Música de Brinquedo). Foi legal relembrar que o grupo é dos melhores quando o assunto é pop rock nacional, por mais “bobinhas” que sejam algumas canções. O John Ulhoa é talentoso.
Dori Caymmi
Dori Caymmi (1972). O disco mais mineiro de um carioca filho de baiano. Grande parte das composições são em parceria do Nelson Motta. Tem cada arranjo de chorar. Bucólico na medida. Tremenda estreia deste artista subvalorizado.
White Zombie
Astro-Creep: 2000 (1995). Disco derradeiro da banda liderada pelo Rob Zombie. Não sei se é o melhor, mas gosto muito da intensidade que o John Tempesta trouxe para o grupo, somando força braçal ao peso eletrônico.
The Monks
Black Monk Time (1966). Isso aqui é puro biscoito fino do rock sessentista. A banda ganhou status cult, parte pelas tendências garageiras que surgiram com a compilação Nuggets, parte pelo corte de cabelo inusitado (algo como uma tonsura), parte pelo som sensacional. É uma proposta bastante primal, saturada, rítmica e crua, mas de refinamento estético que prevê diversas tendências rockeiras posteriores. Há muita urgência na interpretação. Lembrando que a banda é alemã.
DJ Marlboro
DJ Marlboro Apresenta Funk Brasil 01 (1989). Álbum fundamental para o desenvolvimento da música eletrônica e pop brasileira. Mas a verdade é que, por trás de toda importância estética, há faixas bem ruins, vide a pavorosa versão para “Rock das Aranhas”. Por sua vez, “Melô do Bêbado" é divertidíssima. De qualquer forma, tem que ouvir.
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