Foo Fighters
Wasting Light Live From 606. Não sei quantas vezes eu já assisti esse vídeo. Na época que saiu virou praticamente uma obsessão. Eu gosto do álbum, mas prefiro ainda mais essa performance. R.I.P. Taylor Hawkins.
Zeke
Kicked In The Teeth (1998). Meio punk, meio Motörhead. É fulero e intenso. Eu adoro. Basta a Mosrite na capa pra me tirar um sorriso. Produção quase lo-fi do Jack Endino.
Infected Mushroom
Ah, pronto, vão dizer que vocês não tiveram a fase de ouvir música eletrônica questionável. Pois então, lembrei desse duo que eu até mesmo cheguei a assistir numa rave. Ser adolescente tem dessas. E, aqui entre nós, não é das piores coisas não. Tem até um peso hipnótico. Agora, que fim levou? Nunca mais ouvi falar.
Codeine
Conhecia a banda de nome, mas nunca tinha parado pra escutar. Frigid Stars LP (1991) é tido como um clássico de gêneros como slowcore e sadcore. Não é difícil entender o porquê. As canções são belíssimas. O ritmo arrastado parece nos apontar uma estrada nebulosa rumo a um lindo campo. Amo essa maneira tão relaxada quanto intensa em que o instrumental é executado. Tudo com timbres graciosamente enormes. Discão!
Stella Chiweshe
Não sei que raio de pesquisa que eu fiz, mas vire e mexe agora aparece publicidade de kalimba (ou mbira) para mim. Tô quase me convencendo a comprar uma. Nisso fui procurar algo para ouvir que não fosse releituras de sucesso do pop para o instrumento (é o novo ukelele?) e cheguei na Stella Chiweshe, veterana artista do Zimbabwe de carreira longuíssima. Vale buscar seu nome no YouTube e conhecê-la. É transcendental.
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