Michel Petrucciani & Stéphane Grappelli
Flamingo (1996). Duas lendas do jazz reunidas num disco que, pela capa e época, cogitei não ser grande coisa, mas que ainda assim tive que arriscar. Resultado: É um espetáculo! Muito bem tocado, de improvisos radiantes e uma interação que beira o emotivo. Fora que as gravações transparecem uma certa "felicidade" (não é pra menos, se eu tocasse nesse nível também seria feliz). Na bateria, o sempre majestoso Roy Haynes. Discão para um sábado matinal ao lado da minha filhinha. Vale dizer que ambos os músicos que assinam a obra morreram poucos anos depois do lançamento deste trabalho.
Procol Harum
Procol Harum (1967). Depois de muito tempo, reouvi a estreia desta grande banda inglesa. Para muitos, o nascimento do rock progressivo (não sei se concordo). De qualquer forma, é um belo debut. Tem melodias acima da média, mesmo quando pensamos no rock sessentista. Fora que é um show de teclados. O Gary Brooker sabe das coisas.
The Hollies
Mais um momento de brilhantismo melódico no rock sessentista. Adora o álbum Butterfly (1967), fase da banda em que há um incrível equilíbrio entre rock psicodelico, pop barroco e folk. Destaque sempre para as harmonias vocais. É uma maravilha.
My Life With The Thrill Kill Kult
Sexplosion! (1991). Não conhecia a banda, sendo que me pareceu um “Happy Mondays na bad trip”. É ultra dançante, mas também tem uma aura infernal. Foi uma época estranha. Mas não me entenda mal, eu acho essa ambiguidade sensacional. Vale dizer que os timbres eletrônicos soam datados, mas conservam um charme.
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