Death Cab For Cutie
Já tive certa resistência ao som da banda, mas escutando novamente Transatlanticism (2003, mesma época em que o Ben Gibbard fez o Postal Service), achei que ele desceu muito bem. Há um certo lirismo nas faixas mais “emozadas”. Mas bom mesmo é quando instrumentalmente eles desenvolvem temas crescentes de enorme elegância e força. “Tiny Vessels” é um ótimo exemplo. Vale ouvir (ou reouvir).
Magic Sam
Peguei aqui uma compilação desse veterano bluesman. É uma maravilha. Sujo, inspirado, faiscante… é o típico guitarrista de blues que não existe mais. E que voz! Coisa linda.
WITCH
Daqueles grupos perdidos no tempo que foram resgatados por colecionadores de discos. Eles são colocados naquela categoria de zamrock, ou seja, o rock do Zâmbia. Uma compilação lançada em 2011 ajuda muito bem a mapear essa sonoridade lisérgica, grooveada e de raiz bluseira. Atenção para guitarras volumosas e cortantes feito guilhotina. Recomendado para os entusiastas de rock setentistas que querem sair do eixo EUA-Europa.
Elastica
Elastica (1995). Eu confesso, nunca tinha escutado esse clássico do britpop. Achei bacana. É sujo (interferência grunge), pop, de atitude e revela uma abordagem feminina dentro de um cenário que foi tão masculino. Em alguns momentos me pareceu um Blur mais voraz (vide "Car Song"). Dito isso, é o clássico irretocável que muitos consideram? Não acho.
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