Tais músicas não são necessariamente as melhores do ano (longe disso, alias), até porque exclui deste post as grandes músicas que estão dentro dos grandes discos. Aqui estão faixas isoladas (normalmente singles mesmo) que merecem atenção.
Vamos a elas:
A Day To Remember – Last Chance To Dance
Não é minha onda, então não dei bola para o disco, mas essa música chegou até mim e gostei bastante, principalmente do timbre e execução de guitarra no riff. O metalcore estranhamente ainda vive.
Anitta – Girl From Rio
Não me soa inteligente pegar a melodia mais conhecida da música brasileira e transformá-la num trap careta. Mas como ela sempre pauta discussões na música pop, tem que conferir. Se enganar algum gringo já tá bom.
Cardi B – Up
Sexy, afrontosa, estrondosa, contagiante... bombou no tiktok. Eu gosto.
Deusa do Paniko - Num'Aborrece
Diretamente da Angola, uma versão vitaminada do kizomba. Ótimo beat, extremamente sacolejante. A letra direta também é pertinente. Bem divertido.
Dijon - Absolutely (Film)
O disco que nem tinha feito minha cabeça, mas esse "filme" caiu no gosto de cara. Como produto audiovisual, já é bacana o suficiente por trazer aquele "formato A Banda Mais Bonita da Cidade", só que com bom gosto. Adorei a captação, ultra orgânica, trazendo respiro e sujeira pro r&b do rapaz. Fora que o guitarrista Mk.gee roubou a cena. Muito legal!
DJ Menor 7 – Senta Na Pica e Prende
Rave funk cavernoso. Os caras não têm medo do compressor.
DJ K, DJ Menor 7, DJ Noguera, DJ Magro – Tuin Destrói Nóia
Não sou nóia, mas ainda assim deu “tuin”. Esse poder da música/produção. Graves saturados em meio a uma frequência aguda enlouquecedora. Desgraçado. Gostamos.
DJ K – Olha o Barulhinho da Cama Renk Renk
Bruxaria. Cuidado para o grave não rachar o falante da sua caixa de som.
Doja Cat (feat. SZA) - Kiss Me More
Uma das grandes canções pop do ano que, infelizmente, não é acompanhada com a mesma qualidade no disco da nova estrela pop, sendo assim justo ressaltar aqui. Tem algo do pop da virada do milênio, assim como um perfume disco music. Isso numa produção pulsante, elegante e contemporânea. É legal.
Gojira - Amazonia
O sempre ambientalmente engajado Gojira lançou um bom disco. Dentre as faixas ali presente, "Amazonia" chamou atenção por no clipe retratar a força e a destruição da floresta amazônica. Fora que a música é uma porrada.
Israel & Rodolfo - Batom de Cereja
Quando essa música foi lançada pelo Rodolfo numa festa do BBB, eu pensei “até parece que isso vai fazer sucesso, é muito ruim”. Corte para alguns meses depois e eis que ela vira um dos maiores hits deste ano. Nunca subestime o poder da indústria.
Iggor Cavalera (feat. Max "Possessed" Cavalera e Jairo "Tormentor" Guedes) - Antichrist
Toyah & Robert
Robert Fripp (sim, o genial líder do King Crimson) e sua esposa Toyah Willcox, postaram desde o final do ano passado divertidos e descompromissados vídeos no YouTube em algo que eles chamaram de Sunday Lunch. Daí surgiram versões impensáveis para clássicos do Nirvana, Metallica, Foo Fighters, Mötley Crüe, Guns N' Roses, Prodigy, dentre outros. Mas nada superou "Ace Of Spades" (Motörhead) e "Toxic" (Britney Spears), essa última acompanhada hashtag #freebritney. Sensacional! De certo modo esses vídeo humanizaram um pra mim mítico Robert Fripp.
Tramp Stamps – I’d Rather Die
Explodiu no TikTok, o que comprova que muitos jovens começaram a gostar de pop punk (há outros exemplos que comprovam isso, vide o sucesso da Olivia Rodrigo). Nem curti, só achei curioso.
The Weeknd & Ariana Grande - Save Your Tears (Live On The 2021 iHeart Radio Music Awards)
A música já é legal (um synthpop ultra ganchudo), mas melhora ainda mais nesta versão, com direito a excelente performance vocal da Ariana. Ambos estão numa sintonia especial.
Vários - “Jailbreak”
Dug Pinnick, Ray Luzier, Phil X, Billy Sheehan e Doug Aldrich numa versão online para esse clássico do Thin Lizzy. Bem “dad rock”, mas dos bons. Não por acaso, a música é ótima e todos tocam muito.
Zé Vaqueiro - Volta Comigo Bb
Zé Vaqueiro, "O Original", fez muito sucesso esse ano. Essa música, como bem observado no site Volume Morto, é um perfeito encontro do piseiro com o A-ha (!!!). Diante disso, nem as desafinações vocais importam. Encare com humor.
Vale mencionar que daquele disco com diversos e variados artistas fazendo versões para músicas do black album do Metallica, gostei a ponto de reouvir somente duas faixas: “My Friend Of Misery” pelo Kamasi Washington e “Sad But True” pela St. Vincent. O resto passei bem por cima, parecendo ser tudo bem fraquinho.
Teve ainda a ginasta Rebeca Andrade brilhando nas Olimpíadas com uma apresentação excelente em cima de “Baile de Favela”. Diante disso, choveu gente afirmando que o “funk ganhou o mundo” assim como outros falando da “deterioração cultural brasileira”. Na verdade, não é nenhum dos dois casos. Ainda assim, vale deixar registrado.
DJ Menor 7 – Senta Na Pica e Prende
Rave funk cavernoso. Os caras não têm medo do compressor.
DJ K, DJ Menor 7, DJ Noguera, DJ Magro – Tuin Destrói Nóia
Não sou nóia, mas ainda assim deu “tuin”. Esse poder da música/produção. Graves saturados em meio a uma frequência aguda enlouquecedora. Desgraçado. Gostamos.
DJ K – Olha o Barulhinho da Cama Renk Renk
Bruxaria. Cuidado para o grave não rachar o falante da sua caixa de som.
Doja Cat (feat. SZA) - Kiss Me More
Uma das grandes canções pop do ano que, infelizmente, não é acompanhada com a mesma qualidade no disco da nova estrela pop, sendo assim justo ressaltar aqui. Tem algo do pop da virada do milênio, assim como um perfume disco music. Isso numa produção pulsante, elegante e contemporânea. É legal.
Gojira - Amazonia
O sempre ambientalmente engajado Gojira lançou um bom disco. Dentre as faixas ali presente, "Amazonia" chamou atenção por no clipe retratar a força e a destruição da floresta amazônica. Fora que a música é uma porrada.
Israel & Rodolfo - Batom de Cereja
Quando essa música foi lançada pelo Rodolfo numa festa do BBB, eu pensei “até parece que isso vai fazer sucesso, é muito ruim”. Corte para alguns meses depois e eis que ela vira um dos maiores hits deste ano. Nunca subestime o poder da indústria.
Iggor Cavalera (feat. Max "Possessed" Cavalera e Jairo "Tormentor" Guedes) - Antichrist
Em seu canal no YouTube, o Iggor reuniu virtualmente membros originais do Sepultura para tocar esse clássico do metal extremo. Um dos primeiros blast beats, sendo que como ele muito bem explicou, foi executado não com bumbo duplo, mas no surdo. Limitações que geram criatividade.
Jessie Ware - Hot N Heavy
Interpretação deliciosa (com direito a respiração libidinosa) e a mais pura apropriação e atualização da disco music. Transpirante.
JID (feat. Denzel Curry) - Bruuuh
Um beat consistente e dois rappers num flow envolvente são mais que suficientes para formar uma das melhores faixas de rap de 2021.
Justin Bieber (feat. Daniel Caesar, Giveon) - Peaches
Single de enorme sucesso e uma das músicas mais legais dentro do fraquíssimo repertório do Justin Bieber. Nada que me leve a sair berrando por ai "nossa, como Justin amadureceu", mas convenhamos, é uma faixa ganchuda, bem produzida, com belo momento do Daniel Caesar e um estranho solo de sintetizador no final. É o suficiente.
Lady Gaga (remix Pabllo Vittar) – Fun Tonight
Tudo que a Pabllo bota a mão fica no mínimo divertido, ainda que a canção em si tenha uma carga emotiva forte. Ótima batida abrasileirada. Agora, engraçado mesmo foi a Pitchfork comparando o sax da música com o estilo do Clarence Clemons. Eu adorei.
Lil Nas X - Montero (Call Me By Your Name)
Uma música bacana (tem carisma e personalidade, principalmente para os padrões do pop cooptável), mas, principalmente, é um daqueles clipes cheios de significado que as pessoas gostam de ficar desvendando. Não por acaso foi um dos vídeos mais vistos do ano.
Lil Texas - Louder
Se eu tivesse 15 anos eu piraria nesse tipo de som. Como não tenho, apenas me impressiono com tamanha paulada. O gênero: música eletrônica agressiva.
Lockdown - Hymn Of Hate
Com João Gordo e Antonio Araújo na formação, esse grupo, se ultrapassar a barreira de ser apenas um "projeto", tem tudo para se tornar um dos grandes nomes do death metal brasileiro da atualidade. Que cacetada!
Matheus Fernandes e Dilsinho - Baby Me Atende
Uma mistura de Sampa Crew com sofrência (???). Sei lá, não entendo, mas até que simpatizo. O refrão é chiclete.
MC Frog e Markim WF- Escureci Sua Família
Num país historicamente racista, basta o nome dessa música para o brasileiro médio já ficar chocado. Só por isso já vale estar aqui.
MC Don Juan, MC Davi e MC Pedrinho - Bipolar
Não sei se foi via TikTok ou sei lá o que, só sei que do nada as pessoas deram a repetir o refrão dessa música. Um típico hit viral. Acho legal o beat minimalista e, o mais impressionante, o fato da letra não lacrar. Tem briga, tem a mulher colocada em papel de doida… surpreendente ter passado sem grandes críticas. Fico feliz.
MC Poze do Rodo, Bielzin, PL Quest, MC Cabelinho (prod. Neobeats) - A Cara do Crime
É funk, trap e rap carioca numa abordagem só. Acho bacana.
Mc Taya, Áurea Maria & VINÍ – B3CK DE BANDID4
Três novas forças musicais numa curta faixa que passeia pelo funk, grime e ritmos de herança africana, sempre apontando para o futuro. Verborrágico e intenso. Produção ultra criativa.
Porcupine Tree - Harridan
Primeira faixa em mais de uma década. Valeu para despertar expectativa para um próximo trabalho.
Pussy Riot, Dorian Electra - TOXIC
Uma parceria abrasiva de resultado chocante. É um pop ultra saturado e doentio. Gostamos.
Rina Sawayama & Elton John – Chosen Family
A balada pianística de pop rock que a Lady Gaga está há anos tentando fazer. Ótima performance vocal da Rina. Curioso como a voz do Elton ficou grave. Bela melodia.
Sharon Van Etten & Angel Olsen – Like I Used To
A canção americana (beirando o country) numa performance bonita, dramática e até mesmo musculosa. Timbres e arranjo enorme. Bela parceria.
Taylor Swift - All Too Well (10 Minute Version)
Na nova versão da Taylor para o álbum Red, ele inseriu uma longa versão para “All Too Well”, uma das suas melhores faixas, agora ainda mais reveladora e confessional (praticamente uma diss). Os fãs foram à loucura.
The Linda Lindas - Racist, Sexist Boy
Quatro jovens e simpáticas garotas numa canção toscamente suja e empoderada. Foi o suficiente para viralizar, arrancar elogios de famosos e conseguirem contrato com uma gravadora. Vamos ver no que isso vai dar, embora confesso não ter grandes expectativas.
The Night Flight Orchestra - Chardonnay Nights
Jessie Ware - Hot N Heavy
Interpretação deliciosa (com direito a respiração libidinosa) e a mais pura apropriação e atualização da disco music. Transpirante.
JID (feat. Denzel Curry) - Bruuuh
Um beat consistente e dois rappers num flow envolvente são mais que suficientes para formar uma das melhores faixas de rap de 2021.
Justin Bieber (feat. Daniel Caesar, Giveon) - Peaches
Single de enorme sucesso e uma das músicas mais legais dentro do fraquíssimo repertório do Justin Bieber. Nada que me leve a sair berrando por ai "nossa, como Justin amadureceu", mas convenhamos, é uma faixa ganchuda, bem produzida, com belo momento do Daniel Caesar e um estranho solo de sintetizador no final. É o suficiente.
Lady Gaga (remix Pabllo Vittar) – Fun Tonight
Tudo que a Pabllo bota a mão fica no mínimo divertido, ainda que a canção em si tenha uma carga emotiva forte. Ótima batida abrasileirada. Agora, engraçado mesmo foi a Pitchfork comparando o sax da música com o estilo do Clarence Clemons. Eu adorei.
Lil Nas X - Montero (Call Me By Your Name)
Uma música bacana (tem carisma e personalidade, principalmente para os padrões do pop cooptável), mas, principalmente, é um daqueles clipes cheios de significado que as pessoas gostam de ficar desvendando. Não por acaso foi um dos vídeos mais vistos do ano.
Lil Texas - Louder
Se eu tivesse 15 anos eu piraria nesse tipo de som. Como não tenho, apenas me impressiono com tamanha paulada. O gênero: música eletrônica agressiva.
Lockdown - Hymn Of Hate
Com João Gordo e Antonio Araújo na formação, esse grupo, se ultrapassar a barreira de ser apenas um "projeto", tem tudo para se tornar um dos grandes nomes do death metal brasileiro da atualidade. Que cacetada!
Matheus Fernandes e Dilsinho - Baby Me Atende
Uma mistura de Sampa Crew com sofrência (???). Sei lá, não entendo, mas até que simpatizo. O refrão é chiclete.
MC Frog e Markim WF- Escureci Sua Família
Num país historicamente racista, basta o nome dessa música para o brasileiro médio já ficar chocado. Só por isso já vale estar aqui.
MC Don Juan, MC Davi e MC Pedrinho - Bipolar
Não sei se foi via TikTok ou sei lá o que, só sei que do nada as pessoas deram a repetir o refrão dessa música. Um típico hit viral. Acho legal o beat minimalista e, o mais impressionante, o fato da letra não lacrar. Tem briga, tem a mulher colocada em papel de doida… surpreendente ter passado sem grandes críticas. Fico feliz.
MC Poze do Rodo, Bielzin, PL Quest, MC Cabelinho (prod. Neobeats) - A Cara do Crime
É funk, trap e rap carioca numa abordagem só. Acho bacana.
Mc Taya, Áurea Maria & VINÍ – B3CK DE BANDID4
Três novas forças musicais numa curta faixa que passeia pelo funk, grime e ritmos de herança africana, sempre apontando para o futuro. Verborrágico e intenso. Produção ultra criativa.
Porcupine Tree - Harridan
Primeira faixa em mais de uma década. Valeu para despertar expectativa para um próximo trabalho.
Pussy Riot, Dorian Electra - TOXIC
Uma parceria abrasiva de resultado chocante. É um pop ultra saturado e doentio. Gostamos.
Rina Sawayama & Elton John – Chosen Family
A balada pianística de pop rock que a Lady Gaga está há anos tentando fazer. Ótima performance vocal da Rina. Curioso como a voz do Elton ficou grave. Bela melodia.
Sharon Van Etten & Angel Olsen – Like I Used To
A canção americana (beirando o country) numa performance bonita, dramática e até mesmo musculosa. Timbres e arranjo enorme. Bela parceria.
Taylor Swift - All Too Well (10 Minute Version)
Na nova versão da Taylor para o álbum Red, ele inseriu uma longa versão para “All Too Well”, uma das suas melhores faixas, agora ainda mais reveladora e confessional (praticamente uma diss). Os fãs foram à loucura.
The Linda Lindas - Racist, Sexist Boy
Quatro jovens e simpáticas garotas numa canção toscamente suja e empoderada. Foi o suficiente para viralizar, arrancar elogios de famosos e conseguirem contrato com uma gravadora. Vamos ver no que isso vai dar, embora confesso não ter grandes expectativas.
The Night Flight Orchestra - Chardonnay Nights
Formando por um integrante do Soilwork e outro do Arch Enemy, esse projeto é uma piada, mas ao menos uma piada divertida. Eles emulam a sonoridade AOR/melodic rock. Tocaria fácil nas rádios americanas dos anos 80. O clipe é absurdo de tosco (no bom sentido).
Tom Jones – Pop Star
O veterano cantor e compositor ressurge numa estranha faixa de art pop/technopop. Achei legal.
Tom Jones – Pop Star
O veterano cantor e compositor ressurge numa estranha faixa de art pop/technopop. Achei legal.
Toyah & Robert
Robert Fripp (sim, o genial líder do King Crimson) e sua esposa Toyah Willcox, postaram desde o final do ano passado divertidos e descompromissados vídeos no YouTube em algo que eles chamaram de Sunday Lunch. Daí surgiram versões impensáveis para clássicos do Nirvana, Metallica, Foo Fighters, Mötley Crüe, Guns N' Roses, Prodigy, dentre outros. Mas nada superou "Ace Of Spades" (Motörhead) e "Toxic" (Britney Spears), essa última acompanhada hashtag #freebritney. Sensacional! De certo modo esses vídeo humanizaram um pra mim mítico Robert Fripp.
Tramp Stamps – I’d Rather Die
Explodiu no TikTok, o que comprova que muitos jovens começaram a gostar de pop punk (há outros exemplos que comprovam isso, vide o sucesso da Olivia Rodrigo). Nem curti, só achei curioso.
The Weeknd & Ariana Grande - Save Your Tears (Live On The 2021 iHeart Radio Music Awards)
A música já é legal (um synthpop ultra ganchudo), mas melhora ainda mais nesta versão, com direito a excelente performance vocal da Ariana. Ambos estão numa sintonia especial.
Vários - “Jailbreak”
Dug Pinnick, Ray Luzier, Phil X, Billy Sheehan e Doug Aldrich numa versão online para esse clássico do Thin Lizzy. Bem “dad rock”, mas dos bons. Não por acaso, a música é ótima e todos tocam muito.
Zé Vaqueiro - Volta Comigo Bb
Zé Vaqueiro, "O Original", fez muito sucesso esse ano. Essa música, como bem observado no site Volume Morto, é um perfeito encontro do piseiro com o A-ha (!!!). Diante disso, nem as desafinações vocais importam. Encare com humor.
Vale mencionar que daquele disco com diversos e variados artistas fazendo versões para músicas do black album do Metallica, gostei a ponto de reouvir somente duas faixas: “My Friend Of Misery” pelo Kamasi Washington e “Sad But True” pela St. Vincent. O resto passei bem por cima, parecendo ser tudo bem fraquinho.
Teve ainda a ginasta Rebeca Andrade brilhando nas Olimpíadas com uma apresentação excelente em cima de “Baile de Favela”. Diante disso, choveu gente afirmando que o “funk ganhou o mundo” assim como outros falando da “deterioração cultural brasileira”. Na verdade, não é nenhum dos dois casos. Ainda assim, vale deixar registrado.
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