Witchfinder General
Death Penalty (1982), para muitos um dos pilares do stoner rock (me soa mais doom), embora na realidade não tenha influenciado diretamente muita gente. Tá mais para uma banda de heavy metal oitentista que captou a essência do Black Sabbath. Ou seja, é bacana.
Paura
Lembro de assistir muito show dessa banda quando adolescente. Ia por tabela, já que tinha amigos que gostavam. E ao vivo funcionava mesmo. Só agora fui ouvir um disco. Peguei o Youkillusweovercome (2005) e gostei. Se sua onda for aquele hardcore na praia do Hatebreed, é uma boa opção brasileira. Mas confesso que, ao vivo e com 15 anos, fazia muito mais sentido que em disco e aos 30 anos.
The Trashmen
Surfin’ Bird (1964). Muito além da espetacular faixa que nomeia esse disco, o Trashmen é daquelas bandas de rock n’ roll certeiras, que conseguem aliar simplicidade com criatividade. É muito divertido e, dentro da proposta, também muito bem tocado. É o surf rock proto-punk.
Pat Metheny & Lyle Mays
As Falls Wichita, So Falls Wichita Falls (1981). Nem vou me estender sobre o conteúdo total deste maravilhoso disco que saiu ECM. No momento gostaria apenas de dizer que a longuíssima faixa de abertura que dá nome ao álbum é uma das minhas peças prediletas de new age/ambient. Isso, claro, com o pé no jazz. Ótimas melodias, texturas timbrísticas, climas e desenvolvimento.
J.J. Johnson
Semanas atrás, alguém que não lembro quem compartilhou no Instagram a foto do disco The Trombone Master (1989, embora certamente gravado muito antes). Me interessei e separei para ouvir. É um jazz soberbo, que pode inclusive servir de porta de entrada no estilo, principalmente por apresentar improvisos sofisticados em meio a uma aura de elegância quase "lounge". Serve de pano de fundo sem ser rasteiro, sabe? Bem bom.
Nenhum comentário:
Postar um comentário