Laurie Anderson
Big Science (1982), álbum de estreia desta artista inquieta e vanguardista. Preciso ainda explorar melhor sua discografia. Aqui ela já demonstrava enorme inquietação composicional, que passa por seu lirismo distópico típico da era Reagan, mas também por melodias não convencionais e ritmos tortos. É como se o Lou Reed fosse um artista de krautrock.
Toquinho & Vinícius
Toquinho & Vinícius (1971), clássico não hypado da música brasileira. É uma canção melhor que a outra. E que violonista subestimado é o Toquinho, não? Escutei a tarde, na companhia de um café e da minha filhinha. Momento valioso.
Clarence “Gatemouth” Brown
San Antonio Ballbuster (1974), álbum espetacular deste guitarrista majestoso. Seu estilo é sujo, virtuoso, ríspido e radiante. Não sei se ele teve aulas, tocou na igreja ou o que a vida lhe permitiu estudar, mas dá pra perceber que, embora espontâneo, há um conhecimento formal demonstrado nos seus solos Não dá para tocar blues melhor que isso.
Plasmatics
Hoje parece que ninguém lembra mais do Plasmatics, mas a banda foi das mais “ameaçadoras” do cenário punk e metal. A Wendy O. Williams era uma tremenda porra louca. Tava reouvindo o New Hope For The Wretched (1980), lançado pela Stiff. É uma bagunça das boas. Mas nada se compara às apresentações ao vivo ou, até mesmo, os clipes. Vale dar uma busca no YouTube. Divertidíssimo.
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