Esse grupo britânico tem como grande qualidade trazer elementos latinos e africanos para seu funk psicodélico. O álbum Cymande (1972) é agradável, divertido e viajante. Não por acaso foi redescoberto por inúmeros DJs/produtores em busca de matéria prima para samplear. Groove transcendental.
Heaven Shall Burn
Sempre ouvi falar sobre essa banda, mas nunca tinha escutado. Ao que consta eles são bem grandes na Europa (dentro do segmento do metal). Ouvindo o Iconoclast (2008) cheguei a conclusão que talvez eu tivesse gostado se escutado na época que saiu. É som pra moleque pretenso revoltado, não se comunicando mais comigo. Mas se sua praia for um metalcore melódico vai fundo (na real aí você já deve adorar).
Wynton Kelly Trio & Wes Montgomery
Smokin’ At The Half Note (1965). Cheguei ao disco por conta do Wes e de quebra veio Paul Chambers (baixo) e Jimmy Cobb (bateria). Mas foi o guitarrista que roubou atenção mesmo. Seu fraseado suave e fluido é de uma expertise que transcende o mero virtuosismo. Que bom gosto!
Jóhann Jóhannsson
Englabörn (2002). Antes de dormir botei essa obra do aclamado compositor islandês. Se não me engano faz parte de uma trilha pra teatro. Gosto de como as composições evoluem lentamente, progredindo através de elementos tanto da música antiga quanto contemporânea. Nisso instrumentos clássicos e eletrônicos interagem sem parecer uma grande questão. É uma experiência fluída e bela.
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