Serão quatorze discos da escolha de vocês e um escolhido por mim. A única regra é respeitar as categorias.
Por mais que seja simples ouvir 15 discos durante um ano, a ideia é arriscar nas escolhas, tentar algo fora da curva, conhecer gêneros pouco familiarizados e explorar os álbuns de maneira mais profunda.
Seguem as categorias deste ano:
Um disco frio
Uma homenagem ao Lucas Pinheiro, primeiro medalhista brasileiro das Olimpíadas de Inverno. A escolha é subjetiva. Pode ir por um país gélido, por um sentimento, pela telemática das composições… deixe a imaginação e a pesquisa agir.
Um disco que te faça sentir latino (sem ser Bad Bunny)
Pós Grammy, Superbowl e vinda do Bad Bunny ao Brasil, rolou aquele "orgulho" superficial de ser latino-americano. Bom, que isso ao menos renda audições de outros artistas do continente. Preferencialmente algo que tenha essa suposta “latinidade”.
Uma ópera interpretada pela Maria Calas
Anos atrás saiu um filme sobre Maria Calas; Rosália lançou um disco aclamado com referências do canto lírico; Timothée Chalamet falou mal de óperas… um combo de acontecimentos que levam a essa categoria que, sinceramente, é das mais legais e desafiadoras desse ano.
Anos atrás saiu um filme sobre Maria Calas; Rosália lançou um disco aclamado com referências do canto lírico; Timothée Chalamet falou mal de óperas… um combo de acontecimentos que levam a essa categoria que, sinceramente, é das mais legais e desafiadoras desse ano.
Uma trilha sonora de filme brasileiro
Dois anos seguidos com destaque a filmes brasileiros em grandes premiações internacionais me levou a essa categoria autoexplicativa. É uma infinidade de trilhas maravilhosas.
Dois anos seguidos com destaque a filmes brasileiros em grandes premiações internacionais me levou a essa categoria autoexplicativa. É uma infinidade de trilhas maravilhosas.
Um disco do país campeão da Copa do Mundo
Autoexplicativo. Como não vai ser Brasil ou EUA os campeões, então cabe.
Disco de um trio de jazz (independente da formação)
Autoexplicativo. Já propus outros formatos de jazz e power trio, então bora então juntar ambas as categorias. Esse formato enxuto é o ideal para apreciação de improvisos e condução de temas. Fora que não tem como enganar, tem que ser um instrumentista formidável.
Um disco de um artista do Irã
Ano passado já propus a audição de artistas palestinos. Esse ano vale virar os olhos para o Irã.
Autoexplicativo. Como não vai ser Brasil ou EUA os campeões, então cabe.
Disco de um trio de jazz (independente da formação)
Autoexplicativo. Já propus outros formatos de jazz e power trio, então bora então juntar ambas as categorias. Esse formato enxuto é o ideal para apreciação de improvisos e condução de temas. Fora que não tem como enganar, tem que ser um instrumentista formidável.
Um disco de um artista do Irã
Ano passado já propus a audição de artistas palestinos. Esse ano vale virar os olhos para o Irã.
Um disco de um artista venezuelano
Mais um país atacado pelo imperialismo. Um vizinho nosso, estupidamente tão pouco valorizado.
Um disco desgraçado
O mundo não é fácil. Pra um álbum disputar atenção no meio de tanta desgraça, talvez só sendo igualmente desgraçando. Interprete isso como quiser.
Uma trilogia
Mais um país atacado pelo imperialismo. Um vizinho nosso, estupidamente tão pouco valorizado.
Um disco desgraçado
O mundo não é fácil. Pra um álbum disputar atenção no meio de tanta desgraça, talvez só sendo igualmente desgraçando. Interprete isso como quiser.
Uma trilogia
3 discos que se complementam. Já fiz post sobre isso aqui no blog. Pesquisem.
Álbum solo de um contrabaixista de uma banda de sucesso (não vale Paul McCartney e Sting)
Os baixistas tendem a ser músicos agregadores, com visão geral de arranjo, que jogam pro time… vale colocar os holofotes sob um deles e vê-los brilhando em carreira solo. Sejam criativos na escolha.
Um disco político
Uma categoria importante. É verdade que há discos demagógicos, panfletários e bestas que se encaixam nessa categoria, mas há também trabalhos inteligentes, sagazes e combativos. Basta saber escolher.
Um disco nada político
Importante também. Discos divertidos, ingênuos, talvez até alienantes. Ou então tão forcados na arte da criação musical que passa longe da politica. Resumidamente: trabalhos que não podem ser defendidos por recortes sociais.
Seu disco pop predileto de 5 anos atrás
Todo ano bomba algum disco pop que parece ser esquecido na velocidade da luz. Pegue então seu disco pop predileto de 5 anos atrás (vou dar um boi: até 10 anos) e veja se ele era isso tudo mesmo. Vai naquele que você adorou na época e nunca mais escutou.
Álbum solo de um contrabaixista de uma banda de sucesso (não vale Paul McCartney e Sting)
Os baixistas tendem a ser músicos agregadores, com visão geral de arranjo, que jogam pro time… vale colocar os holofotes sob um deles e vê-los brilhando em carreira solo. Sejam criativos na escolha.
Um disco político
Uma categoria importante. É verdade que há discos demagógicos, panfletários e bestas que se encaixam nessa categoria, mas há também trabalhos inteligentes, sagazes e combativos. Basta saber escolher.
Um disco nada político
Importante também. Discos divertidos, ingênuos, talvez até alienantes. Ou então tão forcados na arte da criação musical que passa longe da politica. Resumidamente: trabalhos que não podem ser defendidos por recortes sociais.
Seu disco pop predileto de 5 anos atrás
Todo ano bomba algum disco pop que parece ser esquecido na velocidade da luz. Pegue então seu disco pop predileto de 5 anos atrás (vou dar um boi: até 10 anos) e veja se ele era isso tudo mesmo. Vai naquele que você adorou na época e nunca mais escutou.
London Calling, The Clash
Eu sei, é carne de vaca, mas tô obcecado novamente no disco. Álbum divertido, versátil, inteligente, exuberante, intenso e representativo. Importante mantê-lo fresco nos ouvidos.
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