sexta-feira, 20 de maio de 2022

ACHADOS DA SEMANA: Almir Sater, Therapy?, Rilo Kiley, Sting e Jonathan Richman

Almir Sater
Vocês estão vendo Pantanal? Não sou espectador assíduo, mas vire e mexe acabo assistindo alguns capítulos da novela. Sempre fico feliz quando aparece o Almir Sater. Simpatizo com sua pessoa e, principalmente, com sua música. Dia desses andei vasculhando seu material pelo Spotify e me deparei com o espetacular Instrumental (1985). Ele é um tremendo violeiro. Sua música tem sofisticação e emoção. Vale a pesquisa.

Therapy?
Troublegum (1994). Daquelas bandas que fizeram algum barulho no cenário alternativo dos anos 90, mas que hoje pouca gente lembra. Acho bem bacana. Tem peso e energia oriundos da escola Helmet. Não por acaso o Page Hamilton participa do disco.

Rilo Kiley
The Execution Of All Things (2002). Por acaso cheguei nessa banda que a Jenny Lewis tinha. Longe de ser maravilhoso, mas é o indie fofinho de vocais femininos que me agrada. Ora ou outra eles arriscam arranjos inusitados. Há também ótimos timbres. Composicionalmente é como se fosse música de série teen americana, só que bem feita. Vá por sua conta em risco.

Sting
Não adianta, a crítica mais “descolada” pode falar que a carreira solo dele é chatíssima, mas para mim isso só entrega a incapacidade analítica. Isso ficou mais uma vez explícito ao reescutar o Ten Summoner’s Tales (1993). É muito bem escrito, arranjado, tocado e produzido (que mixagem!). Só a presença do guitarrista Dominic Miller já basta pra querer ouvir o álbum. Que bom gosto! E que tremenda cozinha é o Sting com o Vinnie Colaiuta, não?

Jonathan Richman
I, Jonathan (1992). Clássico cult lançado pelo líder do Modern Lovers. De produção crua e trazendo textos sobre o cotidiano como força central do trabalho, a influência do Velvet Underground fica explícita. As canções são muito boas.

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