O que difere o Neurosis de outras bandas de heavy metal é a densidade paranoica de suas canções. Veja por exemplo a faixa "Though Silver In Blood", que cresce a partir de ritmos tribais e melodia misteriosa, culminando numa explosão densa de riffs fantasmagóricos e vocais desesperados.
Esse é o primeiro disco da banda a contar com as ambientações ruidosas do Noah Landis, que somada aos riffs doentios de Scott Kelly e Steve Von Till, criam o clima esquizofrênico de faixas como "Aeon".
Canções como "Purify" e "Enclosure In Flame" mais parecem épicos vindos não do inferno, mas do núcleo terrestre, tamanha é a energia abrasiva das composições/execução.
A força de "Eye" chega até mesmo a nos fazer duvidar da inventividade/agressividade do Sepultura. Já "Locust Star" se apresenta através de seu videoclipe como cartão de visitas para o som claustrofóbico do grupo.
Lembrando que todo esse peso troglodita e imundo é resultado também da produção do grande Billy Anderson. Eis o guia definitivo do post-metal/sludge.
Canções como "Purify" e "Enclosure In Flame" mais parecem épicos vindos não do inferno, mas do núcleo terrestre, tamanha é a energia abrasiva das composições/execução.
A força de "Eye" chega até mesmo a nos fazer duvidar da inventividade/agressividade do Sepultura. Já "Locust Star" se apresenta através de seu videoclipe como cartão de visitas para o som claustrofóbico do grupo.
Lembrando que todo esse peso troglodita e imundo é resultado também da produção do grande Billy Anderson. Eis o guia definitivo do post-metal/sludge.

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