quinta-feira, 20 de junho de 2013

Porque ser ruím é melhor do que ser mediocre!

O mundo da música é estranho. Tempos atrás fiz um post chamado "bizarrices tão ruins que são boas" (confira aqui), mal sabia eu que iria me deparar futuramente com coisas muito "melhores". Se liguem no nível de "genialidade":

Obs: um pouco de bom humor, por favor.

Obs 2: achei todas essas músicas realmente sensacionais. É aquela coisa, "antes frio que morno". E neste caso a coisa congelou.

01: Marli
Defino isso como “psicodelia alcoólica”. Espetacular!

02: Tony da Gatorra
Nada mais contemporâneo que o Tony da Gatorra. Ele inventou um instrumento e prega o neo-hippismo xaropento. É o futuro do rap, rock e e-music. 

03: Jota C
Ícone dos BGs do Programa Garagem. É demais!

04: Ednaldo Pereira
Essa letra é tudo o que o Arnaldo Antunes queria ter feito. Percebam também a influência do Frank Zappa no instrumental. E lembre sempre: não me leve tão a sério!

05: Elias F. Pacheco
Tá em casa de bobeira? Faça um disco. Elias F. Pacheco é mais uma prova de que não é necessário conhecimento musical e nem técnicos para se gravar algo. Apenas faça. Seja um leigo funcional. No caso dele, o resultado é uma pérola nonsense estupidamente divertida.

06: Banda Ritual
O heavy metal, tonto por natureza, agora em formato ao menos divertido.

07: Yellow Man
Mais um gênio do Programa Garagem. “Motoboy” é um clássico. Não confundam com o Yellowman jamaicano.

08: Darkeys & The Keys
Agora um “ícone” do rock da Malásia. Não dá pra saber o quão é real e o quão é zuera. Seja como for, é divertidíssimo. Adoro “Puli Puli”.

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