…And Don’t The Kids Just Love It (1981). Eu adoro essa abordagem “punk com guitarra limpa”. Além de abrir espaço para baixos poderosos, funciona também como uma amostra dos potenciais do gênero muito além das estereotipias formais. Aqui a sonoridade fica entre o mod e o power pop. Adoro a interação e performances. E as composições, claro!
Ahab
The Call Of The Wretched Sea (2006). Não sei o porquê de ter salvo esse disco, mas fui dar uma busca e li sobre ser um álbum de “funeral doom metal”. E eu achando que o doom já era fúnebre por natureza. O trabalho apresenta exatamente o que se propõe: peso, ritmo arrastado e climas sombrios. Dentro desses parâmetros, beira o épico (no bom sentido, sem cafonice). O gutural do vocalista é do quinto dos infernos e há timbres impressionantemente grandiosos e graves. Tem cada riffão! É muito bom, mas tem que tá aberto pro inferno astral.
Ahab
The Call Of The Wretched Sea (2006). Não sei o porquê de ter salvo esse disco, mas fui dar uma busca e li sobre ser um álbum de “funeral doom metal”. E eu achando que o doom já era fúnebre por natureza. O trabalho apresenta exatamente o que se propõe: peso, ritmo arrastado e climas sombrios. Dentro desses parâmetros, beira o épico (no bom sentido, sem cafonice). O gutural do vocalista é do quinto dos infernos e há timbres impressionantemente grandiosos e graves. Tem cada riffão! É muito bom, mas tem que tá aberto pro inferno astral.
Selena
Amor Prohibido (1994). Já tinha visto circular esse álbum em algumas postagens sobre a música pop latina. Mesmo desconfiado, decidi ouvir. Não é que achei muito legal! Tem elementos da cumbia, do pop norte-americano, guitarra shred, algo que prevê o forró eletrônico atual, bons arranjos, produção colorida, performance vocal agradável, versão pra clássico dos Pretenders… Impressionante! Muito mais interessante que qualquer coisa que a Shakira fez. Ouçam sem preconceito.
Bill Haley
Bill Haley Presents Lee Jackson (1976). Como assim o Bill Haley tem um disco de rock gravado com músicos brasileiros (o tecladista é o Marcos Maynard) e influência da música brasileira?! E é legal pra caramba! Raul Seixas deve ter ouvido e pensando “fiz tudo certinho”. Não é samba rock, é rock samba! Vale dizer que é um álbum de regravações, com direito a clássica “Rock Around The Clock” com solo de “Brasileirinho”! É bizarro, mas é divertido também.
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