Bach
O que vocês escutam na Páscoa? Na tentativa de não ser um bostão, botei a Paixão Segundo São Matheus do Bach pra escutar com minha filha. Ambos dormimos. Insisti no outro dia. Capotamos novamente. Mas é lindo, claro. Mas é um oratório, então repousamos, ué. Quem sabe na próxima Páscoa não traga análises mais formais.
Street Bulldogs
Vi uma galera verdadeiramente emocionada com os shows que o Street Bulldogs andou fazendo. Quis compartilhar do mesmo sentimento botando o Question Your Truth (2001) pra ouvir, mas confesso que por mais bacana que eu ache, não se comunica comigo. Tudo bem, é mais uma questão geracional que propriamente sonora. Ainda é um dos grandes discos do hardcore melódico brasileiro.
Rush
Grace Under Pressure (1984). Tava escutando esse que talvez seja o último grande suspiro do Rush na década 1980. Boas faixas, todos brilhando, com atenção para as guitarras do ainda hoje subestimado Alex Lifeson.
The Cure
O Aquiles Priester fez uma lista com 50 álbuns que o influenciaram. Dentre nomes esperados, achei curioso ele ter colocado o Kiss Me Kiss Me Kiss Me (1987), que por erro meu, nunca tinha dado a devida atenção. Que discão! E embora tenha grandes baterias, foram as guitarras que saltaram aos meus ouvidos. Uma verdadeira parede atmosférica de distorções, prevendo inclusive muito da sonoridade do shoegaze. São texturas incríveis. Tudo muito bem tocado e arranjado. Fora a excelente mão do Robert Smith pra composição, né. Discaço!
RHCP
Assisti o ótimo documentário sobre a primeira fase do RHCP, que com justiça enaltece o Hillel Slovak. Com isso, tive que voltar para o The Uplift Mofo Party Plan (1987), possivelmente o primeiro grande disco da banda, embora confesse que desta vez soou aquém do que lembrava. É que passada a empolgação do documentário, fica a verdade de que a entrada do Frusciante e Chad Smith elevaram a qualidade das composições do grupo. Mas para os fãs pós-Californication, voltar na origem é ultra recomendado.
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