Gong
Fiquei tanto tempo sem ouvir essa lendária banda progressiva/psicodélica que até esqueci o quão eram pesados. Ao menos é isso que saltou aos meus ouvidos escutando o Camembert Electrique (1971). Tem cada riffão! De certo modo lembra até o Hawkwind. Muito bacana.
Black Uhuru
A morte do Sly Dunbar me levou a de imediato botar algum dos inúmeros álbuns que ele gravou pra ouvir. Peguei o Tear It Up (1982), registro ao vivo do Black Uhuru. A audição terminou com eu e minha filhinha fazendo “passos de reggae”. Isso diz muito sobre os ritmos envolventes do Sly em perfeita simbiose com o baixo estrondoso do Robbie Shakespeare.
Steve Hackett
Nunca tinha escutado nada solo do Steve Hackett. Até por conta do show que ele vai fazer no Brasil, achei que valeria dar uma atenção. O Spectral Mornings (1979) representa muito os desafios do rock progressivo no período, visto que embora seja muito bem acabado, parece regurgitar formas do gênero. É bacana, mas nada tão inspirado.
Kevin Ayers
Whatevershebringswesing (1972). Curioso ouvir esse após a audição do álbum do Steve Hackett porque aqui fica explícito o invencionismo do rock progressivo em seu apogeu. As canções são complexas e ricas em forma e arranjos, mas sem pedantismo. Elas tem frescor e até um certo “humor zappiano”. Tudo muito bem tocado, claro. Inclusive, vale dizer que tem o Mike Oldfield em alguns baixos e guitarras.
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