White Lion
Por não ser grande entusiasta do hard rock oitentista, nunca tinha ouvido falar
do White Lion. Mas tive contato com algumas revistas de guitarra da época que
rasgavam elogios para o Vito Bratta. Logo, peguei o disco Pride (1987) para dar
uma conferida. É muito legar ver como ele arruma qualquer brecha para colocar
tappings, harmônicos, arpejos em sweep picking... não há espaço perdido pra
ele. Beira o engraçado.
Killswitch Engage
Embora goste muito da banda, não é o tipo de som que ouço em casa. Mas tenho
dado algumas corridas, de modo que tem funcionado muito bem neste sentido. O As
Daylight Dies (2006) é um destaque na discografia deles. Os riffs, berros, bumbos
intensos e até mesmo as melodias vocais, deixam tudo ultra cativante.
Voluntários da Pátria
Essa banda cult do cenário pós-punk paulistano sempre me soou mais interessante
por trazer na formação os pré-Ira! Nasi e Gaspa do que musicalmente propriamente
boa. Mas fui ouvir novamente o único e homônimo álbum lançado por eles em 1984
e curti bastante, principalmente por contar das guitarras do Miguel Barella e
do Giuseppe Fripp, revelando no nome influência óbvia de King Crimson. Atenção
para o espetacular solo de “Um, Dois, Três, Eu Te Amo”.
Styx
É incrível o número de filmes que usam o Styx como o exemplo de banda de rock
cafona. Dão a entender que são uma espécie de Roupa Nova americano. Mas aqui
entre nós, o álbum The Grand Illusion (1977) não é tão inferior ao que
outras bandas de rock progressivo faziam na época. É um pop rock arrojado e presunçoso,
mas muito bem executado. Claro, na década seguinte a banda se perdeu, mas nem
tudo é descartável.
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