sexta-feira, 1 de outubro de 2021

ACHADOS DA SEMANA: White Lion, Killswitch Engage, Voluntários da Pátria e Styx

White Lion
Por não ser grande entusiasta do hard rock oitentista, nunca tinha ouvido falar do White Lion. Mas tive contato com algumas revistas de guitarra da época que rasgavam elogios para o Vito Bratta. Logo, peguei o disco Pride (1987) para dar uma conferida. É muito legar ver como ele arruma qualquer brecha para colocar tappings, harmônicos, arpejos em sweep picking... não há espaço perdido pra ele. Beira o engraçado.

Killswitch Engage
Embora goste muito da banda, não é o tipo de som que ouço em casa. Mas tenho dado algumas corridas, de modo que tem funcionado muito bem neste sentido. O As Daylight Dies (2006) é um destaque na discografia deles. Os riffs, berros, bumbos intensos e até mesmo as melodias vocais, deixam tudo ultra cativante.

Voluntários da Pátria
Essa banda cult do cenário pós-punk paulistano sempre me soou mais interessante por trazer na formação os pré-Ira! Nasi e Gaspa do que musicalmente propriamente boa. Mas fui ouvir novamente o único e homônimo álbum lançado por eles em 1984 e curti bastante, principalmente por contar das guitarras do Miguel Barella e do Giuseppe Fripp, revelando no nome influência óbvia de King Crimson. Atenção para o espetacular solo de “Um, Dois, Três, Eu Te Amo”.

Styx
É incrível o número de filmes que usam o Styx como o exemplo de banda de rock cafona. Dão a entender que são uma espécie de Roupa Nova americano. Mas aqui entre nós, o álbum The Grand Illusion (1977) não é tão inferior ao que outras bandas de rock progressivo faziam na época. É um pop rock arrojado e presunçoso, mas muito bem executado. Claro, na década seguinte a banda se perdeu, mas nem tudo é descartável.

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