Reigning Sound
Too Much Guitar (2004). É rock! Garageiro, sujo e com elementos de soul na
célula tronco das composições. Ah, e como bem avisado por eles, há muita guitarra
também. Divertidíssimo.
Low
Os trabalhos recentes deste duo americano de slowcore tem sido bastante
elogiados pela imprensa e, particularmente, tem me agradado bastante.
Entretanto, confesso que não conheço os álbuns “antigos” do grupo. Peguei o aclamado
Things We Lost In The Fire (2001) e honestamente não embarquei tanto na
sonoridade. E olha que fui com pré-disposição por conta da produção do Steve
Albini. Mas a real é que o resultado é um dream pop quase progressivo bastante
hermético, delirante e... monótono. Tentarei novas audições no futuro.
Lester Young
Por mais que ele seja um dos maiores saxofonistas da história, com contribuição
enorme para o desenvolvimento do jazz, confesso que só o conhecia por nome.
Fui ouvir o The President Plays With The Oscar Peterson Trio (1954) e fiquei maravilhado
com a espontaneidade graciosa dos improvisos. Ele é daqueles instrumentistas
que fazem parecer fácil o que tocam. Fora que não é nada mal ter como apoio
músicos como Barney Kessel, Ray Brown, além do próprio Oscar Peterson.
Delicioso.
Fields Of The Nephilim
Se o Gastão Moreira e o Fábio Massari fazem um vídeo sobre a banda, logo o
interesse de ouvi-la surge. Peguei os três primeiros discos, com destaque para
o terceiro, Elizium (1990). Parece um gótico atmosférico progressivo. Mas não
entenda mal, tem bastante intensidade na interpretação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário