Semana intensa. Sem muito papo, vamos ao que interessa:
HAVE A NICE LIFE
Percebi recentemente na internet uma galera cultuando o álbum Deathconsciousness, debut do Have A Nice Life lançado em 2008. Pela capa imaginei que era algo de black metal, mas o peso está mais no lirismo e na atmosfera shoegaze/post-rock/industrial das faixas. Há um elemento quase sacro. É bem bacana.
HARUOMI HOSONO
Pacific (1978). Na verdade é uma parceria do ex-Yellow Magic Orchestra com o Shigeru Suzuki e o Tatsuro Yamashita. Um amigo me enviou ontem e eu gostei demais. Tem toda aquela onda city pop, que nada mais é que um aor japonês. Bem legal.
ANTON BRUCKNER
Nunca fui um cara da música erudita (embora desde sempre tenha minhas predileções), mas já faz um tempo que tenho me interessado por réquiems. Peguei para ouvir alguns do Bruckner e adorei. É de chorar.
PAT METHENY
Existe algum guitarrista que improvise melhor que o Pat Metheny? Não responda (deve ter), apenas ouça:
Existe algum guitarrista que improvise melhor que o Pat Metheny? Não responda (deve ter), apenas ouça:
ROMANO NUNES
Assisti por acaso o ótimo documentário Mestre Cabelo, que além de tratar a música instrumental do Brasil, centralizou o enredo na vida do Romano Nunes, um violonista espetacular que até então não conhecia. Recomendo muito não só o filme, mas também seu trabalho musical.
Assisti por acaso o ótimo documentário Mestre Cabelo, que além de tratar a música instrumental do Brasil, centralizou o enredo na vida do Romano Nunes, um violonista espetacular que até então não conhecia. Recomendo muito não só o filme, mas também seu trabalho musical.
CHICO BUARQUE
O velho Chico fez 75 anos, recebeu o Prêmio Camões e teve muitos discos finalmente inclusos no Spotify. Sendo assim, nada melhor que repassar alguns trabalhos do mestre. Cheguei a conclusão que o Le Zenith (1990) é realmente seu melhor disco ao vivo. Que repertório! Fora que sua interpretação ainda apresentava uma energia que se perdeu.
O velho Chico fez 75 anos, recebeu o Prêmio Camões e teve muitos discos finalmente inclusos no Spotify. Sendo assim, nada melhor que repassar alguns trabalhos do mestre. Cheguei a conclusão que o Le Zenith (1990) é realmente seu melhor disco ao vivo. Que repertório! Fora que sua interpretação ainda apresentava uma energia que se perdeu.
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